Sindicato rejeita proposta de 6,3% do Setut e ameaça greve
Na terceira mesa de negociação os empresários representantes do Setut, apresentaram na mesa de negociação na Delegacia Regional do Trabalho (DRT) uma proposta de reajuste salarial de apenas 6,3%, índice muito distante do que o SINTRETRO vem reivindicando. Com isso, o reajuste dos patrões foi imediatamente rejeitado pela diretoria do sindicato, que afirmou que irá brigar por um aumento maior.


Para o presidente do Sintetro, Francisco das Chagas Oliveira, os empresários só pensam em seus lucros e não estão interessados em melhorar as condições de trabalho da categoria. A possibilidade de greve não está descartada e pode ser votada na assembléia da categoria que sera feita na próxima terça (10).
O momento agora é de mobilização da categoria e todos os trabalhadores devem estar empenhados na luta por seus direitos. A Oposição rodoviária, ligada à CSP-Conlutas, estará na linha de frente da construção dessa greve. A oposição alerta para uma pauta que traga não só o reajuste salarial, mas que, dessa vez, a categoria avance na conquista de plano de saúde, redução da jornada de trabalho e melhorias de trabalho nas garegens e nos terminais.
A data base da categoria continua sendo o dia 1º de maio e, independente da data da definição da convenção coletiva, a decisão será retroativa.
O momento agora é de mobilização da categoria e todos os trabalhadores devem estar empenhados na luta por seus direitos. A Oposição rodoviária, ligada à CSP-Conlutas, estará na linha de frente da construção dessa greve. A oposição alerta para uma pauta que traga não só o reajuste salarial, mas que, dessa vez, a categoria avance na conquista de plano de saúde, redução da jornada de trabalho e melhorias de trabalho nas garegens e nos terminais.
A data base da categoria continua sendo o dia 1º de maio e, independente da data da definição da convenção coletiva, a decisão será retroativa.
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