Docentes deflagram greve e dizem que falta vontade do Governo para resolver o problema da Uespi
A UESPI tem cerca de 18 mil alunos, 26 campi, 28 cursos, 1.400 professores, 257 servidores efetivos, e segundo o reitor, precisa de R$ 200 milhões para investir em infraestrutura.
Os professores da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) deflagraram hoje (09), uma nova greve por tempo indeterminado. Os docentes reivindicam reajuste salarial e uma questão fundamental, que são as condições estruturais mínimas necessárias para o bom funcionamento da instituição.
“Já relatamos diversas vezes a situação da UESPI na Assembleia, chamando a atenção do governo para a falta de infraestrutura da instituição, que por questões estruturais, teve o início do período letivo adiado. Faltam pincéis, tinta para impressora, apagadores, sem contar na inexistência de laboratórios, restaurante universitário. Outro problema é pagamento dos bolsistas, que há quatro meses não vem sendo repassado, além das reivindicações salariais”, destacou o professor Daniel Solon, membro da ADCESP e do ANDES-SN.
Daniel Solon lembrou que já foi realizada audiência pública na Assembleia com a presença do reitor Carlos Alberto Pereira e do secretário estadual de Administração, Paulo Ivan, para discutir as reais condições da UESPI, financiamentos, mas até agora nada foi resolvido. “O Governo do Estado precisa assumir sua responsabilidade em relação à instituição para tentar solucionar o caos que tem prejudicado os cerca de 18 mil alunos atendidos pela Universidade. Na audiência sobre a UESPI ficou evidente que os principais problemas da instituição estão relacionados à gestão, recursos e concursos públicos”, observou.
A UESPI tem cerca de 18 mil alunos, 26 campi, 28 cursos, 1.400 professores, 257 servidores efetivos, e segundo o reitor, precisa de R$ 200 milhões para investir em infraestrutura.
Os professores da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) deflagraram hoje (09), uma nova greve por tempo indeterminado. Os docentes reivindicam reajuste salarial e uma questão fundamental, que são as condições estruturais mínimas necessárias para o bom funcionamento da instituição.
“Já relatamos diversas vezes a situação da UESPI na Assembleia, chamando a atenção do governo para a falta de infraestrutura da instituição, que por questões estruturais, teve o início do período letivo adiado. Faltam pincéis, tinta para impressora, apagadores, sem contar na inexistência de laboratórios, restaurante universitário. Outro problema é pagamento dos bolsistas, que há quatro meses não vem sendo repassado, além das reivindicações salariais”, destacou o professor Daniel Solon, membro da ADCESP e do ANDES-SN.
Daniel Solon lembrou que já foi realizada audiência pública na Assembleia com a presença do reitor Carlos Alberto Pereira e do secretário estadual de Administração, Paulo Ivan, para discutir as reais condições da UESPI, financiamentos, mas até agora nada foi resolvido. “O Governo do Estado precisa assumir sua responsabilidade em relação à instituição para tentar solucionar o caos que tem prejudicado os cerca de 18 mil alunos atendidos pela Universidade. Na audiência sobre a UESPI ficou evidente que os principais problemas da instituição estão relacionados à gestão, recursos e concursos públicos”, observou.
Imagem: Divulgação/GP1


Os docentes da UESPI e deputado afirmam que falta vontade do Governo para resolver o problema da instituição
Segundo o deputado Luciano Nunes (PSDB), há que se repensar de forma urgente o modelo de gestão da UESPI . “Os recursos repassados pelo governo do Estado não são suficientes para pagar servidores e ao mesmo tempo investir na infraestrutura da instituição, que a cada dia torna-se mais precária. Portanto, estamos cobrando mais uma vez sensibilidade do governo na resolução desse impasse com a UESPI, instituição de ensino superior que é patrimônio dos piauienses e que como tal merece respeito e atenção do poder público”, afirmou.
A UESPI tem cerca de 18 mil alunos, 26 campi, 28 cursos, 1.400 professores, 257 servidores efetivos, e segundo o reitor, precisa de R$ 200 milhões para investir em infraestrutura. A greve se estenderá a todos os campi do estado, como Parnaíba, Picos e Corrente, além de Teresina.
A ADCESP convoca todos os docentes a estarem no sindicato a partir de terça, 10/05, para que se forme o Comando de Greve que irá conduzir o movimento dentro de Teresina e no interior do Estado.
A UESPI tem cerca de 18 mil alunos, 26 campi, 28 cursos, 1.400 professores, 257 servidores efetivos, e segundo o reitor, precisa de R$ 200 milhões para investir em infraestrutura. A greve se estenderá a todos os campi do estado, como Parnaíba, Picos e Corrente, além de Teresina.
A ADCESP convoca todos os docentes a estarem no sindicato a partir de terça, 10/05, para que se forme o Comando de Greve que irá conduzir o movimento dentro de Teresina e no interior do Estado.
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