Eduardo Almeida
Hoje, não existem esperanças de grandes mudanças nas massas. Esperam conservar as pequenas conquistas do crescimento econômico e talvez conseguir algumas coisinhas a mais. Além disso, acreditam que depois de todas os escândalos de corrupção ocorridos, Lula e o PT “aprendam” e evitem novas crises políticas semelhantes.
Ataques
Ataques
Nós queremos dizer aos trabalhadores e à juventude que nem ao menos essas pequenas esperanças serão satisfeitas. O segundo mandato de Lula (assim como seria se Alckmin fosse eleito) será de ataques violentos aos direitos adquiridos dos trabalhadores como nunca se viu no país. Existirão novas e muitas crises políticas, que não serão evitadas com a maioria alcançada pelo governo nessas eleições.
A verdadeira agenda de Lula, longe dos holofotes de sua campanha, inclui duas reformas neoliberais duríssimas contra os direitos dos trabalhadores: a trabalhista e a previdenciária.
Além disso, já está no horizonte uma nova crise econômica internacional. A economia dos EUA cresceu no terceiro trimestre de 2006 apenas 1,6% (menor taxa desde 2003), sinalizando uma crise em um futuro próximo. Como a economia brasileira está completamente atrelada à mundial, o segundo mandato de Lula será marcado não pelo crescimento econômico, mas pela crise, como o último mandato de FHC.
Assim, seja pela crise econômica, seja pelas reformas neoliberais, os trabalhadores não vão manter o que conquistaram. Terão que lutar muito para defender seus direitos.
Junto a isso, prevemos mais e maiores crises políticas do que no primeiro mandato. No que toca à corrupção, se trata da previsão mais fácil. O aliado preferencial do segundo mandato de Lula será o PMDB. A ala governista deste partido, aparentemente, agora conseguirá ser maioria. O PMDB esteve envolvido em todos os governos desde o fim da ditadura militar e sempre se envolveu com todos os escândalos de corrupção. Com o PT “absolvido” pelas urnas das denúncias e o PMDB como principal aliado, Lula terá em seu segundo mandato marcado por novas crises por denúncias de corrupção.
Assim, seja pela crise econômica, seja pelas reformas neoliberais, os trabalhadores não vão manter o que conquistaram. Terão que lutar muito para defender seus direitos.
Junto a isso, prevemos mais e maiores crises políticas do que no primeiro mandato. No que toca à corrupção, se trata da previsão mais fácil. O aliado preferencial do segundo mandato de Lula será o PMDB. A ala governista deste partido, aparentemente, agora conseguirá ser maioria. O PMDB esteve envolvido em todos os governos desde o fim da ditadura militar e sempre se envolveu com todos os escândalos de corrupção. Com o PT “absolvido” pelas urnas das denúncias e o PMDB como principal aliado, Lula terá em seu segundo mandato marcado por novas crises por denúncias de corrupção.
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