Irritados com o governador, policiais civis mantêm greve no Piauí
Por Rômulo Maia
Fotos: Dantércio Cardoso
A greve da Polícia Civil está mantida. Em assembleia realizada na manhã desta terça-feira (10), a categoria foi unânime ao votar na proposta de manutenção do movimento grevista. A reunião aconteceu na Praça da Liberdade, centro de Teresina.
Irritados com declarações recentes do governador Wilson Martins, os grevistas prometem endurecer suas ações. Representantes do Sindicato dos Policiais Civis (Sinpolpi) afirmam que a Delegacia Geral, o Instituto Médico Legal e o Instituto de Identificação, em Teresina, serão bloqueados e terão o funcionamento totalmente interrompido.

Os rumos que a assembleia dos policiais tomou não estavam no roteiro. A ideia da categoria era paralisar a greve e sentar para negociar com representantes do governo. Contudo, em entrevista concedida nesta terça-feira, o governador afirmou que não vai conceder o reajuste de 24% solicitado pela categoria e que “o mundo não vai acabar por conta de uma greve”.
A postura de Martins surpreendeu a categoria. “Passamos toda a semana passada conversando com o presidente da Assembleia Legislativa, Themístocles Filho, e com o deputado Ismar Marques. Eles estavam sendo os interlocutores de um acordo... O governador manifestou perante eles, perante o deputado Marllos Sampaio, de que receberia o sindicato. Nós trouxemos a categoria aqui [na praça] para deliberar sobre a suspenção do movimento para pudéssemos sentar à mesa e discutir o fim desta greve. Lamentavelmente, hoje pela manhã o governador acordou mal humorado e desdisse tudo o que tinha dito”, declara Cristiano Ribeiro, presidente do Sinpolpi.
A Polícia Civil do Piauí está greve há quase um mês. A principal reivindicação é a implantação de um reajuste de 24% acordado no ano passado com o governo.

Fotos: Dantércio Cardoso
A greve da Polícia Civil está mantida. Em assembleia realizada na manhã desta terça-feira (10), a categoria foi unânime ao votar na proposta de manutenção do movimento grevista. A reunião aconteceu na Praça da Liberdade, centro de Teresina.
Irritados com declarações recentes do governador Wilson Martins, os grevistas prometem endurecer suas ações. Representantes do Sindicato dos Policiais Civis (Sinpolpi) afirmam que a Delegacia Geral, o Instituto Médico Legal e o Instituto de Identificação, em Teresina, serão bloqueados e terão o funcionamento totalmente interrompido.

Os rumos que a assembleia dos policiais tomou não estavam no roteiro. A ideia da categoria era paralisar a greve e sentar para negociar com representantes do governo. Contudo, em entrevista concedida nesta terça-feira, o governador afirmou que não vai conceder o reajuste de 24% solicitado pela categoria e que “o mundo não vai acabar por conta de uma greve”.
A postura de Martins surpreendeu a categoria. “Passamos toda a semana passada conversando com o presidente da Assembleia Legislativa, Themístocles Filho, e com o deputado Ismar Marques. Eles estavam sendo os interlocutores de um acordo... O governador manifestou perante eles, perante o deputado Marllos Sampaio, de que receberia o sindicato. Nós trouxemos a categoria aqui [na praça] para deliberar sobre a suspenção do movimento para pudéssemos sentar à mesa e discutir o fim desta greve. Lamentavelmente, hoje pela manhã o governador acordou mal humorado e desdisse tudo o que tinha dito”, declara Cristiano Ribeiro, presidente do Sinpolpi.
A Polícia Civil do Piauí está greve há quase um mês. A principal reivindicação é a implantação de um reajuste de 24% acordado no ano passado com o governo.

Nenhum comentário:
Postar um comentário