ESCÂNDALO! Jornalista denuncia existência de acumulação ilegal de cargos na UESPI
"Existe ilha de apadrinhados na Uespi"
Feitosa Costa – Gterra.com.br
São muito fortes os rumores segundo os quais a "mesmice" permanece na Universidade Estadual do Piauí ( UESPI) mesmo depois de o reitor Carlos Alberto ter "esquentado" a cadeira antes ocupada por Valéria Madeira.
De acordo com funcionários antigos cujos nomes pediram omissão em provavel comentário a "ilha" de apadrinhamentos não foi destruída. Pelo contrário: ganhou novos e muito mais ocupantes.
Há denúncias sobre a existência de vários casos de acumulação de cargos, com professores concursados para trabalhar durante 40 horas, exercendo atividades em outros órgãos públicos.
Como se isto não bastasse há denúncias sobre a indicação para cargos de confiança de pessoas que não preenchem os mínimos requisitos.
Numa universidade, todo mundo sabe, o mínimo que se pode exigir de um dirigente é que tenha pelo menos uma graduação para comandar determinados setores mas segundo os mesmos informantes há privilegiados em situação completamente irregular.
É lamentável mas ao que parece os "avanços" de tão importante instituição para o Estado só ocorrerão na base do jôgo político.
A revolta maior é contra uma gigantesca roda de "puxasacos" que circula com frequência em torno do reitor, ele próprio, de acordo com as mesmas fontes, um estimulador da formação desses grupos que busca cargos e privilégios na instituição enquanto satisfaz e deslumbra o dirigente.
"Existe ilha de apadrinhados na Uespi"
Feitosa Costa – Gterra.com.br
São muito fortes os rumores segundo os quais a "mesmice" permanece na Universidade Estadual do Piauí ( UESPI) mesmo depois de o reitor Carlos Alberto ter "esquentado" a cadeira antes ocupada por Valéria Madeira.
De acordo com funcionários antigos cujos nomes pediram omissão em provavel comentário a "ilha" de apadrinhamentos não foi destruída. Pelo contrário: ganhou novos e muito mais ocupantes.
Há denúncias sobre a existência de vários casos de acumulação de cargos, com professores concursados para trabalhar durante 40 horas, exercendo atividades em outros órgãos públicos.
Como se isto não bastasse há denúncias sobre a indicação para cargos de confiança de pessoas que não preenchem os mínimos requisitos.
Numa universidade, todo mundo sabe, o mínimo que se pode exigir de um dirigente é que tenha pelo menos uma graduação para comandar determinados setores mas segundo os mesmos informantes há privilegiados em situação completamente irregular.
É lamentável mas ao que parece os "avanços" de tão importante instituição para o Estado só ocorrerão na base do jôgo político.
A revolta maior é contra uma gigantesca roda de "puxasacos" que circula com frequência em torno do reitor, ele próprio, de acordo com as mesmas fontes, um estimulador da formação desses grupos que busca cargos e privilégios na instituição enquanto satisfaz e deslumbra o dirigente.
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