09/02/2010

"Não médicos" reclamam do Governo e querem negociar reajuste
Categoria envolve Farmacêuticos, Odontólogos, e outros 12 mil servidores que podem cruzar os braços em breve.

O presidente do Sindicato dos Servidores em Estabelecimentos de Saúde do Piauí, Bartolomeu Gaspar, comunicou ter encaminhado a pauta de reivindicação para o Governo do Estado e não recebeu qualquer resposta até a tarde desta terça-feira (9). A categoria já tem assembleia marcada para o dia 11, onde irá deliberar sobre possível paralisação das atividades. Cerca de 12 mil servidores em todo o Estado podem parar.

Yala Sena/Cidadeverde.com


Segundo Bartolomeu Gaspar, presidente do Sindicato, os não médicos estão se sentindo discriminados pelo Governo do Estado, que negociou com os médicos e até agora não deu sinal de que irá analisar a proposta de outros setores da saúde. Os Sindicatos dos Farmacêuticos e Bioquímicos, e dos Odontólogos, e os conselhos dos Nutricionistas, e Psicólogos, encaminharam a pauta para as secretarias de Administração, Governo, e Saúde.

Entre as reivindicações, as principais são reajuste de 30%, nos moldes do salário mínimo, aumento de gratificações de urgência e emergência em plantão e enfermaria, o pagamento de gratificações de incentivo de melhoria a assistência à saúde, e regulamentação da lei de jornada de trabalho dos servidores, garantindo o máximo de 30 horas semanais.

Além disso, a categoria reclama a regulamentação da aposentadoria especial aos servidores em atividade insalubre, o pagamento de plantão extra, em conformidade com a constituição federal, e de salários atrasados de dezembro e 13º, do governo Guilherme Melo, em 1994.

Yala Sena (flash)

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