Mais uma desocupação na gestão do PT no Piauí
A Corregedora do Tribunal de Justiça do Piauí, desembargadora Rosimar Leite, desmentiu a informação de que o presidente da Casa, desembargador Raimundo Nonato Alencar, teria dado uma ordem para que a ação de desocupação da Vila Corina seja suspensa.
Rosimar Leite informou que falou com Raimundo Nonato Alencar e ambos mantiveram a mesma posição. A desapropriação do terreno só será suspensa mediante o envio ao Tribunal de Justiça, por parte do proprietário e do Governo do Estado, de um documento por escrito formalizando um acordo entre as partes. Segundo a desembargadora Rosimar leite, a ordem de desapropriação da Vila Corina está mantida. A desocupação somente será adiada caso o acordo entre as partes envolvidas, Governo e proprietário, chegue por escrito ao Tribunal. Moradores resistem à desapropriação. Polícia promete não cumprir a açãoAtualizada às 10h35 (hora local)
Uma comissão formada por Marcelino Fonteles, da ADH, os vereadores R. Silva e Teresa Brito, a presidente FAMCC, Neide Carvalho, e representantes dos moradores da Vila Corina, se dirigiram ao Tribunal de Justiça do Piauí (TJ/PI). A intenção da comissão é conseguir junto ao órgão uma ordem judicial suspendendo a reintegração de posse do local.
O proprietário do terreno aceitou a propostas dos moradores, solicitando um prazo de 30 dias para que as famílias deixem o local. O comandante da Polícia Militar, coronel Francisco Prado informou que seus homens não vão irão fazer a desapropriação do terreno. Os policiais da RONE, do GATE e da cavalaria encontram-se neste momento um pouco mais afastado do local invadido pelas famílias.
PT mantém desapropriações da população pobre em seu governo
Já é a terceira desapropriação de grande porte realizada pela justiça no governo estadual do PT. Desde a posse de Wellington Dias, as desapropriações de comunidades carentes em terrenos de posses duvidosas são realizadas com o conssentimento desse governo.
Os trabalhadores ocupam tais terrenos por não terem como pagar aluguéis de mais de um salário minimo. Muitos moram com parentes, pais aposentados ou em casas de barro e madeira, em localizações insalubres. Assim, não podendo mais habitar ou morar de forma desreipeitosa e mal acomadados, os trabalhadores não veem outra solução senão ocuparem terrenos que estão servindo apenas com especulação imobiliária.
Os policiais da RONE, do GATE e da cavalaria encontram-se neste momento um pouco mais afastado do local invadido pelas famílias.
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