Já está em curso através de medidas do Executivo e de projetos de lei em Tramitação no Congresso Nacional a Reforma Universitária do governo Lula e do FMI. O ProUni, baixado através de medida provisória pelo governo federal, e a Lei das Inovações Tecnológicas são exemplo disso.
Esta reforma nada mais é do que a adoção do conceito de Mercantilização do Ensino que o Banco Mundial e a OMC há muito querem impor aos nossos países. Visa privatizar o ensino superior no Brasil, abrir mercado para entrada de empresas multinacionais (é parte do que está em discussão nas tratativas da ALCA), e também aumentar ainda mais o repasse de recursos públicos para os barões do ensino privado (o ProUni já é um passo neste sentido.
Esta reforma, portanto, além de privatizar o ensino, transformá-lo em mercadoria acessível apenas a quem tem dinheiro para pagar, compromete o próprio futuro do país, ao colocar nas mãos de grandes empresas, multinacionais inclusive, o controle da produção científica e tecnológica que se processa dentro das universidades brasileiras.
A luta por derrotá-la, por impedir a sua consumação, é fundamental para toda a classe trabalhadora brasileira.

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