
Sílvio dar os anéis para ficar com os dedos
Amarrado à política do Banco Mundial, em que a receita é arrocho salarial, atrelamento à Lei de Responsabilidade Fiscal, retirada de direitos trabalhistas, e realização de obras com verbas muchas, o prefeito de Teresina, Sílvio Mendes, tenta compensar uma administração mediana com medidas paliativas.
Sabendo que sua imagem está arranhada após sua política de combate ao movimento grevista dos educadores municipais, o prefeito anuncia algumas medidas que, bem estudadas, são para "inglês ver", ou seja, não trazem nenhum benefício para o(a) servidor(a).
Primeiro anuncia fundo para compra de computadores, bicicletas, eletrodomésticos pelo(a) servidor, mas quem vai pagar pelos produtos e pelos juros bancários será o(a) próprio sevidor. A PMT não entra com nada. Segundo divulga bolsa em faculdades particulares. Tal medida não se diferencia em nada com o ProUni do governo Lula. O que está por trás disso é garantir dinheiro às faculdades falidas como a do seu "amigo" Charles Silveira, o sobrenome lhe diz alguma coisa?, do Instituto Camilo Filho. E, agora, é a "antecipação" do 13º. O que deve ser uma prática rotineira de um administrador público passa a ser um fato jornalístico e de admiração por parte da população. Coisa de administrador populista.
Não se admirem se em 2008 essa política for escorraçada.
Nenhum comentário:
Postar um comentário