Confusão e cadeiradas marcam assembleia dos rodoviários
A confusão aconteceu entre as chapas da situação e oposição ligada à Conlutas.
A confusão aconteceu entre as chapas da situação e oposição ligada à Conlutas.
Leilane Nunes/Cidadeverde.com

Uma confusão marca a assembleia do Sindicato dos Rodoviários nesta manhã(17). Troca de insultos, empurrões e até cadeiras voaram no auditório do Sindicato dos Trabalhadores da Saúde, onde aconteceria a assembleia sobre as eleições para a nova diretoria da entidade.
A juíza da 2ª Vara do Trabalho, Nara Zoé Furtado, anulou a última eleição e ordenou que um novo pleito, sob alegação de que a diretoria atual estaria irregular, já que alguns membros não teriam participado de algumas assembleias. Mas a atual diretoria recorreu e agora espera julgamento do recurso.
A juíza da 2ª Vara do Trabalho, Nara Zoé Furtado, anulou a última eleição e ordenou que um novo pleito, sob alegação de que a diretoria atual estaria irregular, já que alguns membros não teriam participado de algumas assembleias. Mas a atual diretoria recorreu e agora espera julgamento do recurso.

Entretanto, a chapa de oposição, liderada pelo motorista Francisco Portela [foto acima], ligado ao grupo de Oposição Rodoviários Conlutas, distribuiu um ofício circular em nome do sindicato, convocando a assembleia para hoje. A atual diretoria compareceu ao local, que questionou a legitimidade da assembleia e começou o bate boca e as agressões.
Francisco Portela denuncia que foi agredido por uma cadeirada. A cobradora Maria da Luz Ribeiro [na foto abaixo] disse que levou um tapa no pescoço, quando tentava acalmar Portela e a partir daí a confusão se generalizou.
O presidente do sindicato Francisco das Chagas Oliveira disse que a assembleia não tem legitimidade já que existe a determinação judicial e a diretoria já tinha recorrido. Segundo ele, a nova data da eleição vai acontecer após o julgamento do recurso, logo após o recesso.
Francisco Portela denuncia que foi agredido por uma cadeirada. A cobradora Maria da Luz Ribeiro [na foto abaixo] disse que levou um tapa no pescoço, quando tentava acalmar Portela e a partir daí a confusão se generalizou.
O presidente do sindicato Francisco das Chagas Oliveira disse que a assembleia não tem legitimidade já que existe a determinação judicial e a diretoria já tinha recorrido. Segundo ele, a nova data da eleição vai acontecer após o julgamento do recurso, logo após o recesso.

Ele disse ainda que de acordo com o estatuto da categoria diz que toda e qualquer assembleia deve ser convocada pelo presidente do Sindicato.
Outra agressão:
O sindicalista Francisco Portela, que é motorista, disse que na terça(14), por volta das 3h40, saiu para trabalha no bairro Promorar e foi agredido. Segundo ele, estava na parada final esperando começar o expediente, quando um homem se aproximou e perguntou se ele era o Portela e se haveria assembleia hoje. Ele afirmou que sim.

Um outro homem se aproximou e deu-lhe um chute no peito e ao cair, quebrou o braço, que está engessado. Ele prestou queixa no 4º Distrito Policial.
Outra agressão:
O sindicalista Francisco Portela, que é motorista, disse que na terça(14), por volta das 3h40, saiu para trabalha no bairro Promorar e foi agredido. Segundo ele, estava na parada final esperando começar o expediente, quando um homem se aproximou e perguntou se ele era o Portela e se haveria assembleia hoje. Ele afirmou que sim.

Um outro homem se aproximou e deu-lhe um chute no peito e ao cair, quebrou o braço, que está engessado. Ele prestou queixa no 4º Distrito Policial.
Flash de Leilane Nunes
Redação Caroline Oliveira
redacao@cidadeverde.com
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